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6 benefícios da assinatura digital e eletrônica para PMEs

6 benefícios da assinatura digital e eletrônica para PMEs

A digitalização deixou de ser tendência para se tornar uma exigência competitiva, e isso também estende-se para as pequenas e médias empresas que buscam ganhar escala sem elevar custos na mesma proporção.

Nesse cenário, eficiência e segurança se tornaram prioridades e a assinatura eletrônica surge como uma aliada estratégica.

No Brasil, o movimento acompanha essa aceleração. Só a plataforma Gov.br registrou crescimento de 90% no uso de assinaturas digitais no primeiro semestre de 2025, ultrapassando 95 milhões de utilizações no período.

Ao mesmo tempo, empresas que migram do papel para o digital conseguem reduzir drasticamente custos operacionais: processos que antes podiam custar cerca de R$ 45 por documento passam a custar centavos com soluções eletrônicas.

Ou seja, trata-se de economia de tempo e recursos.

De olho nesse movimento, especialistas explicam os principais benefícios desta tecnologia, que vão desde a redução de custos operacionais até mais agilidade nos fluxos e garantia de validade jurídica nos documentos, ajudando PMEs a crescerem com mais eficiência e competitividade.

1. Assinatura Digital ou Eletrônica

De acordo com Alexandre Tamura, diretor de Data Regulation da Protiviti, é essencial diferenciar assinatura eletrônica de assinatura digital.

“Enquanto a primeira pode servir apenas como concordância, a assinatura digital tem validade jurídica e utiliza criptografia para garantir autenticidade, integridade e não repúdio, assegurando a autoria e a integridade do documento”, explica.

Em contratos com clientes ou fornecedores, Tamura reforça que a assinatura digital funciona como um “selo de segurança”: qualquer alteração posterior invalida o conteúdo, protegendo a empresa contra fraudes e disputas.

2. Redução de custos operacionais

“Ao usar assinatura digital, sua empresa economiza com papel, impressão, envio físico e armazenamento. Além disso, reduz gastos indiretos como tempo de equipe com tarefas burocráticas”, explica Rafael Figueiredo, CEO da D4Sign.

3. Agilidade nos processos

“Com assinatura eletrônica, contratos, aprovações e autorizações podem ser feitos em minutos, de qualquer lugar com dispositivo móvel, acelerando vendas, parcerias e decisões internas, tornando-se um diferencial competitivo importante para PMEs”, conta Figueiredo.

4. Segurança e validade jurídica

Segundo Figueiredo, a assinatura digital possui validade legal e utiliza criptografia, garantindo autenticidade e integridade dos documentos. Isso reduz riscos de fraude, perda ou alteração indevida.

A D4Sign, por exemplo, possui integração de dados com o governo federal como forma de autenticação, garantindo ainda mais segurança nos contratos e é certificada pela ISO 27001, que traz integridade e segurança em seus processos.

5. Organização e facilidade ao acesso às informações

Rafael ainda explica que os documentos assinados ficam armazenados de forma organizada e podem ser encontrados rapidamente.

“Isso facilita auditorias, controle financeiro e gestão geral da empresa, já que todas as informações estão disponíveis, rastreáveis e atualizadas. Além disso, a organização digital permite criar padrões e estruturas claras, como categorização por cliente, data ou tipo de documento”, comenta.

6. Proteção contra fraudes

Além disso, há um ganho relevante na prevenção de fraudes.

“Diferente de assinaturas digitalizadas ou imagens inseridas em documentos, a assinatura digital está vinculada a uma identidade validada por certificado, dificultando falsificações e uso indevido, algo especialmente crítico em documentos financeiros, jurídicos ou comerciais”, reforça Tamura.

7. Eficiência operacional

“Outro benefício importante é a eficiência operacional. Processos que antes dependiam de impressão, envio físico e coleta manual de assinaturas passaram a ser realizados de forma rápida e segura, reduzindo custos, acelerando negociações e melhorando a experiência do cliente”, explica Tamura.

Por fim, como dica prática, o especialista reforça que a PME não precisa digitalizar tudo de uma vez: “o ideal é começar pelos documentos mais críticos como contratos e acordos, onde o impacto de fraude ou erro é maior. Isso já eleva significativamente o nível de segurança e profissionalização do negócio, com um investimento relativamente baixo”, finaliza Alexandre Tamura.



Revista do Ceará e CNN

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