Obra reúne textos curtos escritos ao longo dos anos e marca a estreia literária do executivo fora do ambiente técnico e institucional.
Conhecido nacionalmente pela atuação à frente da Caixa Econômica Federal, o economista Carlos Vieira apresentou ao público, em Brasília, o livro Fragmentos do Cotidiano em Crônicas, obra que reúne reflexões pessoais, memórias e observações do dia a dia, escritas longe da linguagem técnica que marca sua trajetória profissional.

Dr Carlos Vieira
Um outro Carlos, fora dos números
Em Fragmentos do Cotidiano em Crônicas, o Dr. Carlos Vieira se afasta deliberadamente do discurso econômico e institucional para explorar cenas simples, sentimentos cotidianos e personagens anônimos. O livro é composto por crônicas curtas, escritas ao longo do tempo, que revelam um autor atento ao comportamento humano, às pequenas ironias da rotina e às contradições da vida comum.
A publicação marca a estreia literária do presidente da Caixa e foi recebida como uma mudança de registro: do gestor público ao observador sensível do cotidiano.
Lançamento reúne autoridades e convidados
O lançamento aconteceu em Brasília e reuniu autoridades, representantes do setor público, convidados e leitores. O evento teve clima informal, com sessão de autógrafos e conversas diretas entre o autor e o público, reforçando o caráter pessoal da obra.
Durante o encontro, o Dr. Carlos Vieira destacou que a escrita sempre esteve presente como exercício de reflexão, mas sem pretensão editorial até a organização do livro.
Música ao vivo integra a experiência do lançamento
A noite contou ainda com apresentação musical de Myrinha Vasconcellos, que interpretou repertório intimista, alinhado ao tom reflexivo do livro. A participação musical contribuiu para transformar o lançamento em uma experiência sensorial, conectando literatura e música em um mesmo ambiente.

Literatura como espaço de pausa e memória
Sem pretensão de manifesto ou tese, Fragmentos do Cotidiano em Crônicas propõe uma pausa. As crônicas transitam entre lembranças pessoais, cenas urbanas e observações silenciosas, convidando o leitor a um ritmo menos acelerado, distante da lógica de resultados, metas e discursos oficiais.
A obra passa a integrar a produção literária contemporânea brasileira no gênero crônica, tradicionalmente associado ao olhar atento sobre o cotidiano e à subjetividade do autor.