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Vendas no Atacado: Estratégia híbrida digital e humano da Vou Pedir consolida aumento de eficiência e rentabilidade | PressWorks

Vendas no Atacado: Estratégia híbrida digital e humano da Vou Pedir consolida aumento de eficiência e rentabilidade | PressWorks

O cenário brasileiro para 2026 desenha-se sob a eficiência absoluta. Com a entrada em vigor da reforma tributária pressionando as margens de lucro das empresas, a dificuldade para atrair e engajar bons profissionais e a crescente competitividade de produtos no market share B2B, os executivos tendem a buscar e priorizar novas soluções.

Nesse contexto, a tecnologia tornou-se prioridade para a continuidade dos negócios e crescimento comercial. Embora parte das empresas de atacado já possua portais de e-commerce, a maioria ainda apresenta resultados insatisfatórios por causa de interfaces complexas, categorização e imposição de barreiras de acesso. Isso não somente desestimula a adesão dos clientes como limita a exploração do mix de produtos, resultando na estagnação do ticket médio. Em paralelo, o modelo presencial, dependente da visita de representantes, esbarra hoje em redução de eficiência, pouca governança e custos logísticos. Além disso, com a rotina dinâmica e o número crescente de novos fornecedores e marcas, o tempo disponível do varejista para o atendimento está cada vez mais reduzido. É preciso encontrar uma solução de equilíbrio onde o digital potencialize o humano.

Na minha trajetória de 20 anos de mercado, pude vivenciar diferentes setores e construir soluções de negócios. Vejo que o principal desafio das empresas hoje é engajar todas as áreas em uma mesma visão estratégica de crescimento e eficiência operacional.

“Foco no Cliente” na Jornada B2B – A Mudança Inevitável

As estimativas para o crescimento das vendas digitais B2B em 2026 apontam para uma consolidação massiva do modelo digital-first e um relacionamento humano mais estratégico e consultivo. Segundo a consultoria Gartner, até 2026, 80% das interações de vendas B2B entre fornecedores e compradores ocorrerão em canais digitais. No Brasil, a corrida é para digitalizar processos que ainda operam com lentidão, como catálogos desatualizados em formato PDF e tabelas manuais.

A omnicanalidade é fluida, onde o cliente começa o relacionamento com o representante, inicia seu pedido pelo catálogo automatizado de produtos “Vou Pedir” e finaliza com o suporte consultivo do representante. O híbrido entre digital e humano é o novo padrão de fidelização.

Esta mudança de paradigma automatiza atividades operacionais que consomem tempo. Assim, o vendedor pode focar na construção de relacionamentos e em uma visita estratégica e consultiva no PDV, tornando-se indispensável para o varejista.

Relatórios de performance de catálogos digitais do “Vou Pedir” apontam o domingo como o primeiro ou segundo dia de maior acesso de compradores de diversas distribuidoras. Isso ocorre porque é o período dedicado às tarefas administrativas pelos proprietários varejistas. Os catálogos digitais inteligentes e a presença 24/7 estão transformando a experiência de compra e capturando pedidos em horários nos quais o presencial não atua.

Acelerar a transformação e o sucesso com investimento acessível

Nosso propósito na “Vou Pedir” é disponibilizar soluções de tecnologia para acelerar o sucesso das empresas, com investimento acessível para organizações de todos os portes.

Atendemos a diversos setores — cosmético, alimentício, papelaria, moda — e temos como clientes indústrias de referência no mercado, como Docile, Lilica Ripilica & Tigor, Diamantes Lingerie e Pimpolho, além de diversas distribuidoras de cosméticos de marcas como O Boticário, Cadiveu, Skelt Creamy.

Constantemente recebemos relatos sobre o aumento no ticket médio após a implantação e recomendações: “Quero a Vou Pedir, eu vou vendo e comprando… de repente, o pedido já chega a R$ 10 mil”, relatou a proprietária de uma distribuidora de cosméticos que nos conheceu através de clientes que compram por meio da solução.

Temos orgulho de disponibilizar uma potente solução de marketing e vendas, com alto ROI, e defender o uso da tecnologia para dar autonomia sem perder a estratégia de cada empresa e a interação humana. Em 2026, estamos prontos para impulsionar ainda mais empresas rumo ao crescimento gerado pela estratégia híbrida.



Valor Econômico

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