Depois de mais de uma década desde seu lançamento original, Assassin’s Creed Black Flag retorna em uma versão refeita para a atual geração de consoles. O Voxel já está testando Assassin’s Creed Black Flag Resynced, que chega oficialmente em 9 de julho, com a análise completa sendo publicada um dia antes, em 8 de julho.
Enquanto o review não vai ao ar, preparamos um comparativo visual colocando lado a lado o novo game e a edição lançada em 2013. As capturas foram realizadas em um Xbox Series X, utilizando as configurações padrão disponíveis nas duas versões, sem ajustes gráficos adicionais para favorecer qualquer uma delas.
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A única exceção fica para o modo visual de Black Flag Resynced. Enquanto o jogo conta com gráficos Fidelidade, com mais qualidade, eu optei pelo modo de Desempenho durante as capturas.
O resultado mostra como a Ubisoft modernizou um dos capítulos mais queridos da franquia. A empresa visa preservar a identidade da obra original enquanto atualiza iluminação, cenários, personagens e diversos elementos técnicos. Confira abaixo as principais diferenças.
Comparativo mostra evolução gráfica de Black Flag Resynced
O comparativo mostra o lado a lado do game nos primeiros minutos da aventura. Logo de cara, é possível notar mudanças gráficas na qualidade visual. A nova versão utiliza a engine Anvil mais recente, trazendo texturas mais detalhadas, vegetação mais densa e melhorias evidentes na iluminação global.
As diferenças aparecem principalmente em áreas abertas do Caribe, onde a água, a distância de visão e os efeitos climáticos receberam um tratamento muito mais refinado. O oceano também ganha novas camadas de reflexos e movimentação, enquanto praias e florestas apresentam uma quantidade maior de detalhes ambientais.
Personagens receberam novos modelos e animações
Edward Kenway e os demais personagens também passaram por uma reformulação perceptível. Segundo a Ubisoft, os modelos contam com mais detalhes faciais, roupas mais elaboradas e materiais que respondem de forma mais convincente à iluminação.
Além do aspecto visual, as animações durante diálogos e momentos de exploração também parecem mais naturais. Expressões faciais, movimentação corporal e sincronização das cenas ajudam a dar mais vida aos protagonistas e figuras históricas presentes na campanha.
As mudanças não ficam restritas aos gráficos. De acordo com a Ubisoft, o sistema de combate foi reconstruído para tornar os confrontos mais dinâmicos, com maior foco em aparos, contra-ataques e execuções fluidas.
A furtividade e o parkour também receberam ajustes para deixar perseguições e infiltrações mais naturais. Já as batalhas navais contam com melhorias na navegação e novos modos alternativos de disparo, ampliando as possibilidades durante os confrontos no mar.
Mundo aberto ganha melhorias técnicas e novos conteúdos
O Caribe continua sendo o grande protagonista da experiência, mas agora conta com recursos modernos como ray tracing, suporte a Dolby Atmos. Além disso, o novo jogo traz melhorias de qualidade de vida que corrigem limitações presentes na versão original.
Na parte de conteúdo, Black Flag Resynced também expande a aventura com conteúdos inéditos. A Ubisoft adicionou novas histórias envolvendo personagens históricos como Barba Negra e Stede Bonnet, introduziu três oficiais que acompanham Edward ao longo da campanha principal e incluiu novidades como cânticos navais inéditos, mascotes e um Modo Fotografia.
Tudo isso, no entanto, tem um preço. Black Flag Resynced chega custando a partir de R$ 299 em todas as plataformas, mas também poderá ser jogado na assinatura Ubisoft+. O jogo original segue disponível como Black Flag Classic – e está incluso no catálogo do Ubisoft+ Classics, que faz parte da PS Plus Extra e do Game Pass Ultimate.
Abaixo, você pode conferir as imagens comparando a versão original de 2013 com Assassin’s Creed Black Flag Resynced no formato vertical. Nos próximos dias, o Voxel publicará a análise completa do jogo, detalhando se as mudanças vão além do visual e fazem jus ao retorno de um dos Assassin’s Creed mais populares da franquia.
E aí, qual a sua opinião sobre os novos visuais? Comente nas redes sociais do Voxel!